
Armèle Cloteau
- Groups:Associados, Axe 3, Eixo 3, Membres associés
Armèle Cloteau
Temas de pesquisa
► Sociologia da ação pública e do trabalho: produção de políticas públicas e seus efeitos, reforma do Estado social, políticas sociais e de saúde
► Sociologia das migrações/mobilidade e das desigualdades: trajetórias migratórias, mobilidade e idades da vida, velhice e acesso aos direitos sociais, discriminações
► Sociologia política: politização cotidiana, sentido político do trabalho e dos engajamentos
Palavras-chave: ação pública, redução das desigualdades sociais, de saúde e de gênero, acesso aos direitos, relação com o político, reforma do Estado social
Trajetória de pesquisa
Minhas pesquisas se inserem no campo da sociologia e da ciência política, com uma perspectiva internacional e comparativa. Elas se dedicam especialmente à análise das políticas públicas nas áreas de saúde, desigualdades e imigração, abordadas por meio de diversos objetos de estudo (elaboração de políticas de saúde e ambiental na escala da União Europeia, reforma do Estado social, politização do trabalho de profissionais).
Após uma tese de sociologia defendida em 2019, tive a experiência de coordenar vários projetos de pesquisa-ação de abrangência europeia (especialmente no âmbito do Horizon Europe) sobre políticas de redução das desigualdades sociais e de gênero. Em particular, estudei os efeitos das transformações das políticas sociais e migratórias sobre o trabalho de assistentes sociais e sobre as trajetórias biográficas de idosos imigrantes.
Projeto atual
Atualmente, continuo a análise das mutações do Estado social durante um pós-doutorado no CNRS, realizado no Laboratório de Economia e Sociologia do Trabalho (LEST, Univ. Aix-Marseille) e no Laboratório Internacional de Pesquisa do CNRS em São Paulo (Brasil). No âmbito de uma missão de pesquisa de um ano, me interesso pelos discursos de estigmatização que afetam os beneficiários de benefícios sociais e familiares, bem como pelo papel ambivalente desempenhado pelos profissionais da área social em termos de retaguarda política, em um contexto de questionamento do social pelas margens conservadoras e de delegação crescente dos serviços sociais a organizações da sociedade civil (religiosas, de bairro, etc.).
